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Esporte Notícias
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Atlético-MG vira para cima do Tupi e vence mais uma vez na raça


Assim como na primeira rodada, quando saiu perdendo para o Funorte, Galo vira e marca três pontos. Richarlyson, expulso, está fora do clássico.

 

Renan Oliveira Atlético-MG (Foto: Ag. Estado)  

Mais uma vez, foi difícil, mas o Galo saiu com a vitória. Assim como na primeira rodada do Campeonato Mineiro, na partida contra o Funorte, o Atlético-MG saiu em desvantagem no marcador, mas, após as substituições de Dorival Júnior, a equipe conseguiu a virada. O placar de 4 a 1 levou o Galo para seis pontos na tabela, provisoriamente na primeira posição do torneio.

Michel Curi, para o Tupi, e Neto Berola (2) e Magno Alves (2), para o Atlético-MG, fizeram os gols da partida. O 'Magnata', como é conhecido pelo torcedor, chegou ao terceiro na competição e se tornou artilheiro do estadual, ao lado de Jonatas Obina, do América, de Teófilo Otoni. Michel Curi, ainda no primeiro tempo, e Richarlyson, na segunda etapa, receberam o cartão vermelho e estão suspensos para a próxima rodada.

Com o resultado, o Galo chegou aos seis pontos na tabela, na primeira posição. Já o Galo Carijó, com apenas um ponto do empate com o Villa Nova, marca presença apenas na décima posição, à frente de Caldense e Ipatinga.

Agora, na próxima rodada, o Atlético-MG terá o clássico contra o Cruzeiro, no sábado, às 17h (de Brasília), na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. O Tupi, por sua vez, receberá o Democrata, de Governador Valadares, no mesmo dia e horário, no estádio Mário Helênio, em Juiz de Fora.

Quem não faz...

O duelo dos Galos começou muito movimentado. O Atlético-MG partiu com tudo para cima do Tupi, e o goleiro Rodrigo fez três defesas fantásticas, com menos de dez minutos, em duas finalizações de Renan Oliveira e uma de Réver. O time de BH ainda perdeu outra chance clara com Diego Tardelli, que, de dentro da área, bateu cruzado. A bola tirou tinta da trave de Rodrigo.

Só depois dos 15 minutos é que o Tupi conseguiu respirar, colocar a bola no chão e sair para o jogo. Mas, mesmo assim, o panorama da partida não se modificou muito. O Atlético-MG continuou ditando o ritmo e dando as cartas, mas as seguidas oportunidades perdidas começaram a irritar a torcida na Arena do Jacaré.

E então o chavão mais famoso do futebol, mais uma vez, entrou em ação: quem não faz, leva. Aos 29 minutos, Yan começou a jogada, e a bola sobrou para Michel Curi, que, de perna esquerda, bateu, sem chances de defesa para Renan Ribeiro: 1 a 0 para o Tupi.

O gol do Galo de Juiz de Fora deixou o de Belo Horizonte nervoso em campo. Os jogadores do Atlético-MG começaram a errar muitos passes, mostrando ansiedade em demasia. Com isso, o Tupi passou a tocar a bola com mais calma e conseguiu segurar a vantagem parcial até o fim do primeiro tempo.

Antes do apito final, o meia Michel Curi, autor do gol do Tupi, recebeu o cartão vermelho, após fazer falta em Réver no meio-campo.

Virada atleticana

O Atlético-MG voltou com uma formação muito ofensiva para o segundo tempo. O técnico Dorival Júnior tirou Patric e Werley e colocou Mancini e Neto Berola em seus lugares. Com isso, o Galo de BH ficou com três armadores e três atacantes em campo.

Tanta força de ataque resultou na virada do placar em apenas seis minutos. Logo aos 50 segundos, Neto Berola, em sua primeira participação no jogo, invadiu a área e bateu para empatar. A bola ainda desviou na zaga antes de entrar. A virada veio com Magno Alves, que aproveitou falha de Wesley Ladeira e colocou o Atlético-MG na frente do placar.

Aos 12 minutos, Richarlyson, que já tinha cartão amarelo, fez falta em Felipe Cordeiro e também foi expulso, deixando os dois times empatados em números de jogadores. O Tupi chegou a se animar e tentou partir para cima do Atlético-MG, mas foi o Galo de BH quem marcou novamente.

Aos 21 minutos, Neto Berola fez um carnaval na ponta esquerda e cruzou na cabeça de Magno Alves, que só teve o trabalho de empurrar para as redes de Rodrigo e fazer o terceiro gol atleticano. O segundo gol de Magno Alves nocauteou o Tupi, que se fechou em campo para evitar uma goleada. Mas não conseguiu. Neto Berola, que entrou muito bem em campo fez o quarto gol, após bela jogada pessoal.

O Atlético-MG se superou no segundo tempo e deixou um ótimo cartão de visitas para o clássico contra o Cruzeiro, no próximo sábado.

Fábio descarta clima de revanchismo e prega respeito ao algoz do Timão

Cruzeiro estreia na Libertadores contra o Estudiantes, rival que o bateu na final de 2009, e se prepara para os perigos do Tolima no Grupo 7


fabio cruzeiro (Foto: Julyana Travaglia/Globoesporte.com)

A nove dias da estreia na Taça Libertadores, o goleiro Fábio descartou qualquer clima de revanchismo por parte do Cruzeiro na partida contra o Estudiantes. Derrotada pela equipe argentina na final de 2009 do torneio continental, a Raposa começa sua caminhada na competição exatamente contra seu algoz - o jogo será no próximo dia 16, na Arena do Jacaré.

- Nós estamos tranquilos. A torcida é que sempre pensa que perdemos para eles na final, mas nós temos de saber separar as coisas. Temos de aproveitar que vamos jogar em casa para fazer os pontos. Não que agora seja mais fácil, mas poderia ser mais complicado se a nossa estreia fosse na Argentina, com a pressão da torcida deles. Estamos confiantes de que podemos fazer um bom jogo porque fizemos uma boa pré-temporada - afirmou o goleiro, durante evento na manhã desta segunda-feira, em São Paulo.

O Cruzeiro integra o Grupo 7 da Libertadores, ao lado ainda do Guaraní, do Paraguai, e do Deportes Tolima, equipe colombiana que eliminou o Corinthians na fase preliminar da competição. A queda da equipe brasileira em uma etapa precoce do campeonato serviu para a Raposa tirar algumas lições, afirmou Fábio.

- É uma equipe bem postada na parte técnica e tática, e isso fez a diferença tanto na partida em São Paulo (0 a 0) quanto lá na Colômbia (2 a 0). Procuramos ver para aprender como eles jogam e não sermos surpreendidos. Acho que eles têm jogadores de qualidade individual e tem de ser destacado que conseguiram a vitória por mérito. Estamos bem adiantados em termos de observação, pois vimos os taipes para fazermos bons jogos em Minas e fora do país - disse.



Em busca de mais três pontos, Cruzeiro pega o Villa Nova de Gottardo

Campo apertado e rivalidade histórica devem ser tempero a mais para
o confronto. Partida será disputada no pequeno estádio Castor Cifuente

Diego Renan Treino Cruzeiro (Foto: Fernando Martins / Globoesporte.com)

O duelo entre Cruzeiro e Villa Nova sempre foi marcado pela rivalidade entre a equipe da capital e a de Nova Lima. E dessa vez não será diferente. Às 19h30m (de Brasília), os dois times, que já decidiram o título estadual em 1997, prometem um jogo muito pegado no pequeno estádio Castor Cifuentes, o famoso Alçapão do Bonfim.

No banco de reservas do Villa Nova, um velho conhecido da torcida celeste. O ex-zagueiro Wilson Gottardo, capitão do título da Taça Libertadores de 1997, será o responsável por dificultar a conquista de mais três pontos da Raposa. Contratado no início da temporada, o treinador trouxe o ex-meia Sérgio Manoel, também ex-atleta do Cruzeiro, para ser o auxiliar-técnico.




Ronaldinho põe o pé na estrada para ajudar Fla a conseguir classificação

Time rubro-negro precisa apenas empatar com o Boavista neste domingo, em Macaé, para garantir vaga nas semifinais da Taça Guanabara

A festa e a ansiedade ficaram para trás. Chegou a hora de Ronaldinho colocar o pé na estrada e ajudar o Flamengo no interior. Neste domingo, a partir de 17h (de Brasília), o camisa 10 é a principal estrela do duelo contra o Boavista, em Macaé, pela sexta rodada da Taça Guanabara.

 

O estádio Cláudio Moacyr caiu no gosto do técnico Vanderlei Luxemburgo. Não será surpresa se no Brasileiro, por exemplo, ele preferir abrir mão do Engenhão para atuar no reformado estado do Norte Fluminense.

Neste domingo, a carga de 10 mil ingressos “sumiu” das bilheterias em menos de seis horas. Tempo para os torcedores locais demonstrarem a ansiedade pela primeira vez de Ronaldinho no local.

Luxemburgo Ronaldinho treino Flamengo (Foto: Jorge William / O Globo)





Atlético-MG vai mudado para pegar o Tupi, na partida dos Galos, na Arena

Na lateral direita, Patric será efetivado na vaga de Rafael Cruz, lesionado e entregue ao departamento médico. No ataque, Magno Alvez ganha a posição

Patric treino Atlético-MG (Foto: Valeska Silva / Globoesporte.com)

A Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, será palco do clássico dos Galos do futebol mineiro. Atlético-MG e Tupi se enfrentarão, neste domingo, a partir das 17h (de Brasília). O Galo de Belo Horizonte vem com um ataque novo, formado por Diego Tardelli e Magno Alves, que funcionou no segundo tempo da partida contra o Funorte, em Montes Claros. Já o Galo de Juiz de Fora vai para o jogo em busca de pelo menos um ponto, que seria muito comemorado por todos no clube.

Atlético-MG e Tupi não têm em comum apenas os mascotes. Ambos têm a camisa alvinegra. Mas neste domingo, especialmente, os uniformes não coincidirão. O Tupi estreará sua terceira camisa, amarela com detalhes azuis.


 


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